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PROJETOS CONCLUÍDOS:


Aspectos clínico-funcionais e cognitivos de idosos vestibulopatas

Mestranda responsável: Giovanna Cristina dos Santos Caixeta
Docente orientador responsável: Prof. Dr. Cássio Rodrigues
Equipe colaboradora: Dra. Flávia Doná (docente)
Resumo: O objetivo foi a avaliação da relação entre o processamento cognitivo e o equilíbrio corporal de idosos com disfunção vestibular periférica. Foi um estudo transversal analítico de 76 pacientes com idade igual ou superior a 60 anos, de ambos os gêneros, com diagnóstico de disfunção vestibular periférica crônica, com queixa de tontura há mais de três meses foi conduzido. Diversos testes foram aplicados para investigar o equilíbrio corporal e para a avaliação cognitiva. Foram realizadas análises descritivas simples e de Correlação de Spearman (ρ). Concluiu-se, pelo estudo, que existe relação do processamento cognitivo e dos distúrbios do equilíbrio corporal em pacientes com disfunção vestibular periférica crônica. A integridade do processamento cognitivo permite planejar melhores estratégias motoras para o controle do equilíbrio corporal. O estudo sugere que a tontura afeta a qualidade de vida dos pacientes, principalmente por interferir na mobilidade e no distúrbio da marcha.


Realidade virtual em idosos com vertigem posicional paroxística benigna

Mestranda responsável: Graziela Gaspar de Santana
Docente orientador responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Docente co-orientador responsável: Profa. Dra. Maria Rita Aprile
Equipe colaboradora: Dra. Flávia Doná (docente colaboradora)
Resumo: O objetivo foi comparar os resultados da posturografia estática por meio da “Balance Rehabilitation Unit” (BRUTM) e no questionário “Dizziness Handicap Inventor” (DHI), em pacientes idosos com Vertigem Postural Paroxística Benigna (VPPB), pré e pós a manobra de Epley. Realizou-se um estudo de coorte prospectivo de 33 pacientes, com diagnóstico de VPPB. Os pacientes foram submetidos à posturográfica estática por meio da BRU e à aplicação do questionário “Dizziness Handcap Inventory” versão brasileira (DHI), pré e pós reabilitação com a manobra de Epley modificada. Idosos com VPPB apresentam prejuízo do controle postural estático e a manobra de Epley promove remissão dos sintomas, aumento do LOS e maior controle do equilíbrio postural, nas condições de conflitos somatosensoriais, visuais e interação visuo-vestibular.


Tontura em idosos e sua qualidade de vida

Docente responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Equipe colaboradora: Dra. Patrícia Unger Raphael Bataglia (docente) e Silas Antonio de Oliveira Filho (aluno de Iniciação Científica)
Resumo: O objetivo foi verificar o impacto psicológico da tontura na qualidade de vida em idosos, acima de 65 anos. Foram analisados 27 idosos com queixas de tontura  através do questionário de impacto na qualidade de vida (DHI). O resultado demonstrou uma prevalência maior do gênero feminino (92%), com  tonturas de duração entre 1 a 25 anos. Do total de 27 pacientes, 9 (33,3%) apresentaram o questionário com o resultado acima de 10, em um total máximo de pontos de 32, com impacto psicológico importante na sua qualidade de vida. Enquanto 10 pacientes (37%) do total apresentaram impacto muito baixo (abaixo de 4). A tontura apresenta impacto psicológico em 33,3% dos idosos desta amostra, interferindo na qualidade de vida destes. Apesar disso, em 37% dos pacientes,  a tontura não  interferiu em sua qualidade de vida. O próximo passo será elaborar um questionário específico para os pacientes com queixa de tontura, utilizando o DHI e o questionário WHOQOL.


Tontura em idosos e a sua influência na qualidade de vida: método de avaliação psicológica

Docente responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Equipe colaboradora: Dras. Patrícia Unger Raphael Bataglia; Maria Rita Aprile (docentes) e Karin Geraci (aluna de Iniciação Científica)
Resumo: O objetivo foi avaliar a qualidade de vida em idosos com tontura, por meio do questionário QVIS e WHOQOL old. Realizou-se um estudo transversal com 30 pacientes idosos com queixas de vestibulopatias que responderam ao questionário WHOQOL (“World Health Organization Quality of Life”) e QVIS (Qualidade de Vida e Inclusão Social) no Laboratório de Reabilitação dos Distúrbios do Equilíbrio Corporal de Origem Vestibular. Desta amostra de 30 pacientes com tontura, que estavam iniciando ou em tratamento, não havia prejuízo da tontura na sua qualidade de vida. O sintoma não influenciou nas atividades físicas, de lazer ou expectativa de vida, e 90% destes realizavam atividades físicas regulares, o que se opõe à definição de qualidade de vida, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), porém, muitos pacientes possuíam hábitos alimentares inadequados, que podem interferir no tratamento.


Qualidade de vida em uma população de idosos com vestibulopatias

Mestranda responsável: Rosineide Soares Rogério
Docente orientadora responsável: Profa. Dra. Maria Rita Aprile
Docente co-orientador responsável: Prof. Dr. Fernando Freitas Ganança
Equipe colaboradora: Dra. Juliana Maria Gazzola (docente)
Resumo: O objetivo foi caracterizar idosos com distúrbios de origem no sistema vestibular em relação à sua qualidade de vida, destacando os aspectos referentes à busca de tratamento; ao desempenho de atividades físicas; aos hábitos de lazer; à autoestima e aos relacionamentos interpessoais. Foi realizado estudo retrospectivo por análise de prontuários de pacientes atendidos, em 2009, no Laboratório de Reabilitação Vestibular e Inclusão Social da UNIBAN Brasil. Foram estudados 65 pacientes, de ambos os gêneros e idade entre 65 e 85 anos. Para a coleta dos dados, foi utilizado o questionário “Qualidade de Vida e Inclusão Social” (QVIS). A prevalência de tontura do tipo rotatória e esporádica, apresentada pelos idosos vestibulopatas integrantes da amostra, não interfere sobre os aspectos privilegiados na análise de sua qualidade de vida. O impacto da tontura está diretamente associado aos distúrbios do equilíbrio corporal, porém não os impedem de realizar tarefas relacionadas ao seu cotidiano.


Estudo dos efeitos maturacionais nos sistemas vestibular e auditivo em escolares

Docente responsável: Profa. Dra. Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro
Equipe colaboradora: Dras. Flávia Doná; Cristiane Akemi Kasse; Patrícia Unger Raphael Bataglia (docentes) e Paula Topein Vitorelli (aluna de Iniciação Científica)
Resumo: O objetivo foi comparar as características audiológicas de crianças com ou sem dificuldades escolares. Foram avaliadas 33 crianças de 4º a 6º ano de uma escola municipal de São Paulo, classificadas pela coordenação pedagógica pela presença ou não de dificuldade escolar. Assim, 17 crianças (51,5%) tinham dificuldade escolar (Grupo Estudo - G2) e 16 (48,4%) não tinham (Grupo Controle - G1). Todas foram submetidas à triagem audiológica, questionário sobre queixas otoneurológicas e investigação do processamento auditivo temporal por meio dos testes RGDT e GIN. Foram realizadas análises estatísticas: descritiva e testes do Qui-quadrado e Mann Whitney. Como resultado, 38,70% das crianças referiram queixa de zumbido e 29,03% desconforto a sons; essas queixas foram mais freqüentes nas crianças com dificuldade escolar. Todas as crianças apresentaram desempenho normal na avaliação audiológica básica. O RGDT médio foi de 10,03 ms no G1 e 28, ms no G2. O desempenho médio no GIN foi de 5,28 ms e 7,23 ms na orelha direita e 5,11 ms e 7,46 ms na orelha esquerda no G1 e no G2, respectivamente. O desempenho das crianças do G1 foi significantemente melhor do que o das crianças do G2 nos testes GIN e RGDT.


Desenvolvimento cognitivo e rendimento escolar em crianças com disfunção escolar

Docente Responsável: Profa. Dra. Flávia Dona
Equipe colaboradora: Dras. Patrícia Unger Raphael Bataglia; Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro (docentes) e Ana Cristina Dutra de Assumpção; Gisela de Araújo Uchoa (alunas de iniciação científica)
Resumo: O objetivo foi verificar a presença de achados otoneurológicos em crianças de idade escolar e avaliar o seu impacto no desenvolvimento cognitivo e escolar. Trata-se de estudo de casos de quatro crianças que responderam ao questionário de triagem otoneurológica, à avaliação cognitiva (WISC III) e ao Teste de Desempenho Escolar. Os sinais/sintomas de vestibulopatia prevalentes foram: tontura, dificuldade para brincar, cefaléia, distúrbio de concentração e memória, cinetose e instabilidade postural. Baixo rendimento escolar foi observado em duas crianças com queixa de tontura (casos 1 e 3). A criança do caso 1 também apresentou rendimento inferior em dois subtestes de execução do WISC III, que se relacionam a organização espacial. A criança do caso 2, apesar de não apresentar baixo desempenho escolar, teve pontuação baixa nos subtestes do WISC III de arranjo de figuras e cubos, apontando provável prejuízo na antecipação temporal e coordenação visuo-motora. Conclusão: tontura e outros achados de disfunção vestibular em crianças podem estar relacionados ao baixo desempenho escolar, ansiedade e alterações cognitivas e emocionais.


Oscilação corporal em idosos com vestibulopatia crônica e risco de queda

Mestranda responsável: Fabiana Cristina Cotini
Docente orientadora responsável: Profa. Dra. Flávia Doná
Equipe colaboradora: Drs. Fernando Freitas Ganança e Juliana Maria Gazzola (docentes)
Resumo: Os objetivos foram avaliar a associação entre a oscilação corporal na postura estática e o desempenho à marcha em idosos com vestibulopatia, e comparar o controle postural entre os idosos com maior risco de quedas àqueles com menor risco. Trata-se de estudo transversal. Para avaliação da marcha e da oscilação corporal utilizou-se o Dynamic Gait Index (DGI) e o Balance Rehabilitation Unit (BRU®), respectivamente. Para designar os idosos com maior risco de quedas utilizou-se no DGI, pontuação de 0 a 19 (G1) e 20 a 24 para o de menor risco (G2). A amostra constituiu-se por 84 pacientes, com média etária de 68,86 anos. Observou-se associação negativa entre o DGI e a área do centro de pressão (COP) e a velocidade de oscilação (VOS) nas condições de 1-9. O G1 apresentou aumento significante do COP e da VOS, quando comparado ao G2, na maioria das condições avaliadas. Concluiu-se que os idosos com vestibulopatia crônica e aumento da oscilação corporal têm pior desempenho à marcha e maior risco de quedas.


Humanização da assistência à saúde de pacientes portadores de vestibulopatias: uma pesquisa a respeito da relação médico-paciente

Responsável: Profa. Dra. Patrícia Unger Raphael Bataglia
Equipe colaboradora: Drs. Célia Aparecida Paulino; Ektor Tsuneo Onishi (docentes)
Resumo: O objetivo foi avaliar como os alunos de medicina em fase de residência avaliam as oportunidades de reflexão e de assunção de responsabilidade sobre o processo de ensino-aprendizagem. A formação e atualização médica devem contemplar a relação médico-paciente além dos aspectos teóricos e técnicos. A prática profissional pode facilitar a compreensão do paciente em relação às suas possibilidades de reintegração social e profissional, ou deixá-lo à mercê de si mesmo, o que dificulta muito sua vida, para além das limitações inerentes à condição imposta pela vestibulopatia, foco deste estudo. A prática humanizada pressupõe a compreensão do outro como fim em si mesmo e, portanto, um nível de juízo moral pós-convencional. Mais do que isso, exige que o profissional tenha competência moral, entendida como a capacidade de agir de acordo com princípios. Tais fatores têm correlacionado positivamente com a competência moral. Os resultados evidenciaram mais uma vez a urgência de debates amplos e de capacitação continuada dos profissionais de saúde sobre este tema.


Análise e correlação de aspectos clínicos, físicos, funcionais e sociais de idosos vestibulopatas crônicos

Mestranda responsável: Eliane Fernandes Rodrigues  
Docente orientador responsável: Prof. Dr. Ektor Tsuneo Onishi
Docente co-orientadora responsável: Profa. Dra. Flávia Doná
Equipe colaboradora: Dra. Maria Rita Aprile (docente)
Resumo: O objetivo foi caracterizar e correlacionar os aspectos clínicos, físicos, funcionais e sociais da qualidade de vida de 65 idosos vestibulopatas crônicos. Foi realizado um estudo transversal analítico de idosos com diagnóstico de vestibulopatia crônica, submetidos à avaliação da qualidade de vida e capacidade funcional. Os resultados evidenciaram que os idosos vestibulopatas apresentaram prejuízo na qualidade de vida, principalmente no aspecto físico (13,63 pontos) do DHIe o impacto foi considerado moderado. A média de atividades comprometidas foi de 3,6 (DP = 2,9) no BOMFAQ. A análise de correlação entre o DHI total e o número de atividades com dificuldade mostrou que, quanto maior a pontuação total do DHI, maior o número de atividades comprometidas. Concluiu-se que os idosos avaliados apresentaram prejuízo na qualidade de vida nos aspectos funcional, emocional e físico.


Efeitos dos exercícios de Brandt-Daroff sobre a recorrência da vertigem posicional paroxística benigna

Responsável: Prof. Dr. Maurício Malavasi Ganança
Equipe colaboradora: Drs. Heloisa Helena Caovilla; Fernando Freitas Ganança; Cristina Freitas Ganança; Juliana Maria Gazzola; Flávia Doná (docentes)
Resumo: verificar o efeito dos exercícios de Brandt-Daroff sobre o número de recorrências da VPPB de canal semicircular posterior após desaparecimento dos sintomas e sinais desta afecção, com tratamento por meio da manobra de Epley, de reposicionamento de partículas. Foram incluídos pacientes com diagnóstico de VPPB de canal semicircular posterior, tratados com sucesso pela manobra de Epley. O grupo experimental foi formado por 65 pacientes que realizaram adicionalmente exercícios de Brandt-Daroff e o grupo controle continha 62 pacientes que efetuaram exclusivamente a manobra de Epley. Não houve diferença significante entre a recorrência da VPPB nos casos tratados com sucesso pela manobra de Epley e exercícios de Brandt-Daroff, em relação aos casos tratados com sucesso exclusivamente pela manobra de Epley (p=0,1642). Os exercícios de Brandt-Daroff não têm efeito sobre o número de recorrências da VPPB de canal semicircular posterior após desaparecimento dos sintomas e sinais desta afecção com tratamento por meio da manobra de Epley.


Educação, trabalho e saúde: um estudo sobre a percepção de profissionais sobre os impactos das vestibulopatias em seu desempenho profissional

Responsável: Profa. Dra. Maria Rita Aprile
Equipe colaboradora: Dras. Célia Aparecida Paulino; Cristiane Akemi Kasse; Flávia Doná (docentes); Camila Pereira Gregório Franco; Camila Taraborelli Lopes Lara; Maria Cristina Ribeiro da Silva (alunas de Iniciação científica em 2008); Ana Paula Café; Fabiana Miranda Monteiro (alunas de Iniciação científica em 2009)
Resumo: O objetivo foi investigar a percepção de profissionais sobre as manifestações dos sintomas das vestibulopatias em seu desempenho profissional e qualidade de vida. Foram realizados inventário e revisão crítica da produção acadêmica sobre o tema, utilizando os procedimentos de pesquisa de análise de conteúdo. A coleta de dados envolveu amostra de 171 (cento e setenta e um) estudantes universitários, de ambos os sexos, e idade entre 18 e 60 anos, todos trabalhadores. Os resultados obtidos indicaram que as informações sobre as vestibulopatias e seus tratamentos não são suficientemente disseminadas, especialmente, entre os jovens. Os sintomas não interferem no desempenho profissional. São desconhecidos, confundidos e muitos dos que apresentam os sintomas não buscam tratamento e se utilizam da automedicação.


Estudo dos fatores de risco nos distúrbios do equilíbrio corporal e da audição em universitários

Responsável: Profa. Dra. Célia Aparecida Paulino
Equipe colaboradora: Dra. Patrícia Unger Raphael Bataglia (docente); Alexandra Silva, Renata Silva Salgado e Rosilene Farias Calixto (alunas de Iniciação científica); Andrea Oriani Prezotto (aluna voluntária de Iniciação Científica)
Resumo: O objetivo foi investigar fatores relacionados a eventuais distúrbios do equilíbrio corporal e audição numa população universitária. Foi um estudo transversal, descritivo, analítico de 158 pós-graduandos lato sensu, com 21 a 60 anos de idade, previamente aprovado pela Comissão de Ética (protocolo nº 174-07). Foi utilizado um questionário semi-aberto para levantamento das informações e o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp. Os resultados mostraram inúmeras queixas nesses universitários, e com maior prevalência: cefaléia, dores musculares e cervicais, redução da concentração e memória, tontura e redução da audição; outros sintomas foram relatados e todos com distribuição variável entre homens e mulheres. Foram identificadas diversas comorbidades e uso de vários medicamentos. O estresse foi um dos fatores ambientais mais importantes entre os pós-graduandos e, de acordo com o teste do Qui-Quadrado e o Odds Ratio, mostrou associação (P<0,01) com tontura, vertigem e zumbido, entre outros sintomas.


 

PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO:


Tontura em idosos: implicações clínicas, psicossociais e sua reabilitação

Responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Equipe colaboradora: Drs. Cássio Rodrigues; Ektor Tsuneo Onishi; Fernando Freitas Ganança; Maurício Malavasi Ganança; Célia Aparecida Paulino; Fátima Branco-Barreiro; Flávia Doná; Maria Rita Aprile; Patrícia Unger Raphael Bataglia; Juliana Maria Gazzola e Renata Scharlach (docentes)


Impactos da perda de audição, tontura e zumbido na qualidade de vida dos idosos

Responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Equipe colaboradora: Drs. Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro; Cássio Rodrigues; Maria Rita Aprile; Fernando Freitas Ganança; Maurício Malavasi Ganança; Ektor Tsuneo Onishi (docentes)


Característica clínica dos idosos com vestibulopatias e sua qualidade de vida

Responsável: Profa. Dra. Cristiane Akemi Kasse
Equipe colaboradora: Dras. Juliana Maria Gazzola; Fátima Branco; Flávia Doná; Renata Coelho Scharlach (docentes) e Natalie Bochembusio Silva; Patricia Lima do Amaral Santos  (alunas de Iniciação Científica).


Tontura e depressão: um estudo correlacional

Responsável: Prof. Dr. Cássio Rodrigues
Equipe colaboradora: Joanna Mara do Espírito Santo (aluna de Iniciação Científica)


Uso de medicamentos em idosos e sua relação com as queixas vestibulares

Responsável: Profa. Dra. Célia Aparecida Paulino
Equipe colaboradora: Jennifer da Silva Benedito (aluna de Iniciação científica) e Andrea Oriani Prezotto (aluna voluntária de Iniciação Científica)


Correlação entre o equilíbrio corporal e a capacidade funcional de idosos com disfunções vestibulares periféricas

Mestranda responsável: Raquel Ferreira de Sousa
Docente orientadora responsável: Prof. Dra. Célia Aparecida Paulino
Docente co-orientador responsável: Prof. Dr. Maurício Malavasi Ganança
Equipe colaboradora: Dra. Juliana Maria Gazzola (docente)


A pesquisa do nistagmo de posicionamento por meio da videonistagmografia em pacientes com vertigem posicional paroxística benigna

Responsável: Profa. Dra. Renata Coelho Scharlach 
Equipe colaboradora: Drs.  Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro; Maurício Malavasi Ganança; Ektor Tsuneo Onishi; Cristiane Akemi Kasse (docentes)


Determinação dos valores de referência para a prova calórica com ar a 50º e 24ºC

Responsável: Profa. Dra. Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro
Equipe colaboradora: Drs. Renata Coelho Scharlach; Maurício Malavasi Ganança; Fernando Freitas Ganança; Cristina Freitas Ganança; Heloísa Helena Caovilla (docentes) e Fga. Graziela Gaspar de Santana (mestranda)


Reabilitação do equilíbrio corporal de idosos com vestibulopatia crônica: periférica ou central.

Responsável: Profa. Dra. Flávia Doná
Equipe colaboradora: Dras. Juliana Maria Gazzola; Fátima Alves Branco-Barreiro; Cristiane Akemi Kasse (docentes)


Influência da fisioterapia na qualidade de vida e capacidade funcional em idosos com vestibulopatia crônica.

Responsável: Profa. Dra. Flávia Doná
Equipe colaboradora: Dras. Juliana Maria Gazzola, Renata Coelho Scharlach; Cristiane Akemi Kasse (docentes) e Denise Maia; Juliana Quirino Thomaz (alunas de iniciação científica)


Qualidade de vida, trabalho e saúde - estudo sobre a humanização da assistência à saúde a idosos com desequilíbrio corporal

Docente responsável: Profa. Dra. Maria Rita Aprile
Equipe colaboradora: Drs. Ektor Tsuneo Onishi; Patrícia Unger Raphael Bataglia; Célia Aparecida Paulino  (docentes) e Camilla  Mendes Torres Líbano; Mariana Marcelino (alunas de iniciação científica)


Avaliação otoneurológica em pacientes vertiginosos com zumbido

Docente responsável: Prof. Dr. Ektor Tsuneo Onishi
Equipe colaboradora: Drs. Fernando Freitas Ganança; Cristiane Akemi Kasse; Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro (docentes)


Relação entre a percepção visual baixa e aspectos clínico-funcionais em idosos vestibulopatas

Docente responsável: Profa. Ms. Juliana Maria Gazzola
Equipe colaboradora: Drs. Maurício Malavasi Ganança; Flávia Doná; Cristiane Akemi Kasse; Maria Rita Aprile; Renata Scharlach (docentes)


O cuidador de idosos com vestibulopatias

Docente responsável: Profa. Dra. Úrsula Margarida Karsch
Equipe colaboradora: Drs. Cássio Rodrigues; Ektor Tsuneo Onishi; Fernando Freitas Ganança; Maurício Malavasi Ganança; Célia Aparecida Paulino; Fátima Cristina Alves Branco-Barreiro; Maria Rita Aprile; Patrícia Unger Raphael Bataglia; Cristiane Akemi Kasse (docentes)